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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Jogo de luta 'Injustice', com heróis da DC, terá dublagem em português
O game de luta "Injustice: Gods Among Us", que será lançado em 16 de abril em versões para PlayStation 3, Xbox 360 e Wii U, terá dublagem e legendas em português no Brasil, de acordo com a produtora do game, a Warner Bros. A empresa usou os dubladores oficiais dos super-heróis no Brasil que emprestam suas vozes em desenhos animados e em filmes.
Ettore Zuim, a voz por trás de Batman, na trilogia "O Cavaleiro das Trevas" e Guilherme Briggs, responsável pela dublagem do Superman nos desenhos animados, são alguns dos profissionais que participaram do processo de dublagem do game. Apenas a versão oficial vendida no Brasil do game trará as vozes em português.
O jogo reúne os super-heróis do universo da DC Comics em confrontos repletos de superpoderes e está em desenvolvimento pelos criadores da série "Mortal Kombat". No Brasil, o game chega vem com uma edição especial que inclui a animação “A Liga da Justiça: Doom, a Legião do Mal”, em Blu-ray para PS3 e em DVD para Xbox 360 - a Warner afirma que o lançamento é exclusivo para o país. A edição limitada brasileira também trará novas roupas (skins) para download para Batman, Mulher-Gato e Coringa inspiradas no game "Batman: Arkham City";
O estúdio Netherrealm, que desenvolve o jogo, anunciou também uma nova edição do game, que será vendida ao lado da normal, com o game, e da edição de colecionador, que irá com uma estatueta. Chamada de "Battle Edition", o pacote traz um controle no estilo dos fliperamas - que ajuda a realizar os golpes nos jogos de luta - e três roupas adicionais para Super-Homem, Mulher-Maravilha e Batman. Esta versão será vendida por US$ 150 com unidades limitadas.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Nerd Talk #49 Jogos Beat 'em Up
Fala Galera do Nerd Talk!
No programa deste mês Rafa-EL, Thiago Poca, Will Puro Osso, Flavio Zeph, Vitor Hyperion,, Nelson/Silvio e Xandão o Gordo, falarão sobre o estilo de jogo mais jogado nos anos 90, os jogos Beat 'em Up.
Beat 'em Up é só bater e andar? Existe diferença entre Jimmy e Billy do Double Dragon? Final Fight ainda é um bom jogo? Battletoads é uma imitação das Tartarugas Ninjas? Por que o Mustapha era personagem preferido da galera em Cadillac and Dinossaurs?
Qual jogo era considerado o melhor Beat 'em Up de todos?
Saiba nossas opiniões sobre tudo isso e muito mais, e relembre conosco os primórdios desse tipo de game que embalou e irritou toda uma geração nos Arcades e Video Games. Velho, me dá uma ficha ae!!!
Deixem comentários ou mandem emails para o GALERANERDTALK@GMAIL.COM
Arte da Vitrine: Léo frm.
Edição: Thiago Poca.
Download AQUI
Links Relacionados
Evolução dos Beat 'em Up
Tema Musical de Capitão Comando
Ninja Turtles: Turtles in Time Remake
Desenho Animado de Cadillac e Dinossauros
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
RetroArch, o tudo em um dos emuladores para android
Um dos recursos favoritos apara muitos usuários Android é a capacidade de reproduzir centenas de jogos clássicos ou antigos graças aos emuladores. Mas é realmente impraticável ter 5 ou 6 emuladores diferentes no smartphone para todos os jogos. Felizmente, existe uma pequena joia na Google Play, e se chama RetroArch.
RetroArch é simplesmente um tudo-em-um para emuladores de consoles. Especificamente inclui suporte para as seguintes plataformas:
Arcade
Cave Story
Doom 1, Doom 2, Ultimate Doom & Final Doom
Game Boy Advance · GameBoy e GameBoy Color
Nintendinho
Neo Geo Pocket Color
PC Engine
PC Engine CD
Sony PlayStation 1
Sega CD e Mega CD
Mega Drive
Sega Master System
Game Gear
Super Nintendo
Virtual Boy
WonderSwan Color & Crystal
Uma lista considerável. Além disso, RetroArch suporta a detecção automática Plug & Play de vários controles USB ou Bluetooth e conta com uma tela totalmente configurável em termos de exibição dos controles.
O que não vem com o aplicativo, obviamente, são as ROMs dos jogos ou a BIOS do PSX. Uma vez que você já os possua, então basta copia-los para iniciar a jogatina. RetroArch cuida de ajustar todos os pré-requisitos. Permite salvar o progresso nos jogos para recarregar a qualquer momento e fornece um recurso bastante curioso chamada de "auto-rebobinamento", que permite voltar o jogo a qualquer momento em troca de um uso intensivo da CPU (bye, bye, bateria).O melhor de tudo: Gratuito. Sim, mas você precisa ter o Android 3.0 ou superior para desfrutar do emulador dos emuladores.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Resident Evil 2 completa 15 anos em 2013 de terror e ação na dose certa
Resident Evil 2 completou, neste mês, 15 anos de lançamento nos Estados Unidos. O jogo é continuação direta do Biohazard original (nome conhecido no Japão do primeiro Resident Evil) e mostra como o vírus zumbi se tornou uma epidemia.
RE2 contou com produção de Shinji Mikami, o designer de games que criou a série de terror na Capcom. A direção do jogo ficou nas mãos de Hideki Kamiya, que lançou o primeiro Devil May Cry em 2001 e trabalhou na série de jogos Viewtiful Joe, a partir de 2003. Kamiya replicou em sua conta no Twitter uma foto com todas as versões lançadas para consoles de Resident Evil 2, que foi postada originalmente por um fã da série.
Ao contrário da mansão assombrada por zumbis no primeiro game, a sequência mostra a cidade de Raccoon City abarrotada pelos mesmos monstros. A ideia do jogo é mostrar que o vírus que transformava as pessoas em anomalias se transformou em uma epidemia.
Uma coleção com todas as versões de Resident Evil 2 postada no Twitter do diretor do game, Hideki Kamiya
Ao contrário da mansão assombrada por zumbis no primeiro game, a sequência mostra a cidade de Raccoon City abarrotada pelos mesmos monstros. A ideia do jogo é mostrar que o vírus que transformava as pessoas em anomalias se transformou em uma epidemia.
Uma coleção com todas as versões de Resident Evil 2 postada no Twitter do diretor do game, Hideki Kamiya
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Atari entra com pedido de falência nos Estados Unidos
Nolan Bushnell, criador da Atari, desembarca no Brasil nos próximos dias para palestrar na Campus Party 2013. Mas a situação da empresa fundada por ele não vai nada bem.
Ícone dos videogames, a Atari entrou com pedido de falência nos Estados Unidos nesta segunda-feira, 21, e tornou seus problemas públicos por meio de um comunicado.
Dona de marcas como 'Asteroids' e 'Pong', a companhia quer dissociar-se da holding francesa para fortalecer sua divisão de plataformas móveis e digitais.
No comunicado, a empresa pede US$ 5.25 milhões para financiar as atividades e ajudar a bancar o lançamento de mais jogos. Embora tenha a onipresença de uma marca que já dura 31 anos, a companhia tem sofrido com problemas financeiros nas últimas duas décadas.
A parceria firmada com a francesa Infogames, em 2000, não surtiu o efeito esperado e a divisão americana tem tido de arcar com o prejuízo da co-irmã. Ainda assim, os resultados financeiros da Atari dos Estados Unidos não são tão animadores. Nos últimos dois anos fiscais, o lucro foi de US$ 15 milhões.
De acordo com o LA Times, não se sabe se há potenciais interessados na Atari.
Ícone dos videogames, a Atari entrou com pedido de falência nos Estados Unidos nesta segunda-feira, 21, e tornou seus problemas públicos por meio de um comunicado.
Dona de marcas como 'Asteroids' e 'Pong', a companhia quer dissociar-se da holding francesa para fortalecer sua divisão de plataformas móveis e digitais.
No comunicado, a empresa pede US$ 5.25 milhões para financiar as atividades e ajudar a bancar o lançamento de mais jogos. Embora tenha a onipresença de uma marca que já dura 31 anos, a companhia tem sofrido com problemas financeiros nas últimas duas décadas.
A parceria firmada com a francesa Infogames, em 2000, não surtiu o efeito esperado e a divisão americana tem tido de arcar com o prejuízo da co-irmã. Ainda assim, os resultados financeiros da Atari dos Estados Unidos não são tão animadores. Nos últimos dois anos fiscais, o lucro foi de US$ 15 milhões.
De acordo com o LA Times, não se sabe se há potenciais interessados na Atari.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Game do Kamen Rider para Playstation 3
A produtora Namco Bandai acaba de anunciar o desenvolvimento do game Kamen Rider: Battleride War, game do herói japonês exclusivo para o PlayStation 3.
De acordo com a revista nipônica V-Jump, Kamen Rider: Battleride War será um game de ação nos moldes de Dynasty Warriors com combates corpo a corpo, pancadaria desenfreada entre milhares de inimigos e obstáculos, além de lutas contra oponentes em cima de uma motocicleta.
Battleride War pretende unificar as séries Kamen Rider e trará personagens antigos como Agito, Kabuto, Juuga, Den-O, OOO, Fourze e Wizard.
A expectativa dos fãs brasileiros é poder jogar com o Black e o RX.
O game tem lançamento marcado para 23 de maio no Japão. No ocidente ainda não há previsão.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Cadillacs and Dinosaurs: o clássico dos fliperamas abandonado pela Capcom
Um dos sucessos do fliperama nos anos 90, Cadillacs and Dinosaurs foi febre no Brasil. Até hoje podemos encontrar máquinas com o jogo em shoppings e outros estabelecimentos que ainda abrigam um fliperama. É sempre bom gastar pelo menos um “ficha” para relembrar como era bom um game de premissa tão simples e história tão louca.
Cadillacs and Dinosaurs é um dos antigos games que merecia nova versão nos tempos atuais.
Origem nos quadrinhos
Afinal, de onde saiu essa ideia de misturar carros com dinossauros?
Tudo bem que a história não funciona bem assim, mas essa criação insana não é algo originário dos games. Sua origem veio de uma história em quadrinhos chamada de Xenozoic Tales, que mais tarde ficou conhecida apenas como Cadillacs and Dinosaurs.
A saga em quadrinhos foi publicada pela editora Kitchen Sink Press de forma bem irregular, entre os anos de 1987 e 1996, durando 14 números neste grande período de tempo. Seu escritor e criador, Mark Schultz, parecia não ter muito tempo para desenvolver suas ideias.
Apesar dos poucos números, Xenozoic Tales se provou popular e gerou um desenho para a televisão e outros produtos, como jogos de cartas, bonecos e até mesmo barras de chocolate. Foi junto com estes produtos que nasceu Cadillacs and Dinosaurs.
Pancadaria em cima dos monstros
O jogo Cadillacs and Dinosaurs foi lançado em 1993 pela Capcom, o mesmo estúdio por trás de sucessos como Captain Commando, Final Fight e Street Fighter que, na época, eram os principais jogos da produtora.
Cadillacs and Dinosaurs podia ser classificado como um game “beat’em up”, ou seja, o famoso gênero de “bater e correr”. A ideia é andar pelo cenário 2D com seu personagem e socar tudo o que vier pela frente, sejam humanos, dinossauros ou máquinas. Este tipo de jogo ficou muito famoso nos anos 90 e o título está entre seus principais representantes.
Os quatro personagens selecionáveis eram Jack Tenrec (o principal, com golpes balanceados), Hannah Dundee (a mulher do grupo, mais frágil e mas ágil), Mustapha Cairo (o mais veloz do grupo) e Mess O’Bradovich (o mais forte e com golpes mais arrasadores). Cada um possui suas características próprias, além de poderes, fraquezas e habilidades especiais.
Os jogadores precisavam avançar em oito cenários diferentes, com diversas interseções, lutando ao longo do caminho contra os inimigos comuns e chefõe. O jogo terminada em uma batalha épica contra o grande vilão: Dr. Simon Fessenden.
O mais interessante é que, apesar do título, os dinossauros não era bem inimigos dos jogadores. Acontece que o mundo do game mistura a era dos monstros com um cenário futurista e quase cyberpunk, onde os personagens andam com um cadilaque por aí. Os dinossauros apareciam pelos cenários e podiam ser atacados, ou não! Era a escolha do jogador e isso poderia influenciar nas batalhas.
Por exemplo, um dinossauro poderia surgir na cor verde, o que significa que ele não vai atacar os jogadores. Mas, se ele for atacado, vai mudar para a cor vermelha, de agressividade, e atacar a todos. Um pacífico triceratops poderia ser instruído a atacar por vilões, que poderiam bater no bicho sem dó. Já no caso de um T-Rex não havia desculpas, o monstro já surgia na tela na cor vermelha, devorando todos.
Versão caseira
Ao contrário do que muitos possam pensar, Cadillacs and Dinosaurs não foi apenas um jogo para fliperamas. Ele também contou com uma versão para Sega CD e PC, lançada em 1994, um ano depois após o sucesso nos arcades.
Mas, ao contrário do jogo para fliperamas, o estilo “beat’em up” foi deixado de lado por aqui. O jogo para console e PC, chamado de Cadillacs and Dinosaurs: The Second Cataclysm, era de tiro e em trilhos, com direito a vídeos animados para contar a história, ou “Full Motion Videos”, tecnologia avançada para a época.
Neste game os jogadores ficavam dentro do famoso cadilaque vermelho e atiravam em seus alvos que surgiam pela frente. Apesar de ser minimamente divertido, ele não fez tanto sucesso quanto o primeiro capítulo lançado nos fliperamas, e possivelmente foi por isso que pouca gente ouviu falar desta versão até hoje.
Quando volta?
Já que a Capcom anda dando mais ouvidos a seus fãs e lançando jogos clássicos em alta definição nas redes do Xbox 360 e PlayStation 3, não seria uma má ideia um remake de Cadillacs and Dinosaurs o quanto antes.
O relançamento do título, infelizmente, deve envolver negociação de direitos sobre a publicação de um trabalho inspirado pelos quadrinhos originais, mas não é nada impossível de se realizar. Quem sabe com diversos pedidos dos fãs, abaixo-assinados e muito “chororô” na web a Capcom não se sensibilize e relance este grande clássico dos fliperamas com a tecnologia atual? Estamos na torcida.
Fonte: TechTudo
Cadillacs and Dinosaurs é um dos antigos games que merecia nova versão nos tempos atuais.
Origem nos quadrinhos
Afinal, de onde saiu essa ideia de misturar carros com dinossauros?
Tudo bem que a história não funciona bem assim, mas essa criação insana não é algo originário dos games. Sua origem veio de uma história em quadrinhos chamada de Xenozoic Tales, que mais tarde ficou conhecida apenas como Cadillacs and Dinosaurs.
A saga em quadrinhos foi publicada pela editora Kitchen Sink Press de forma bem irregular, entre os anos de 1987 e 1996, durando 14 números neste grande período de tempo. Seu escritor e criador, Mark Schultz, parecia não ter muito tempo para desenvolver suas ideias.
Apesar dos poucos números, Xenozoic Tales se provou popular e gerou um desenho para a televisão e outros produtos, como jogos de cartas, bonecos e até mesmo barras de chocolate. Foi junto com estes produtos que nasceu Cadillacs and Dinosaurs.
Pancadaria em cima dos monstros
O jogo Cadillacs and Dinosaurs foi lançado em 1993 pela Capcom, o mesmo estúdio por trás de sucessos como Captain Commando, Final Fight e Street Fighter que, na época, eram os principais jogos da produtora.
Cadillacs and Dinosaurs podia ser classificado como um game “beat’em up”, ou seja, o famoso gênero de “bater e correr”. A ideia é andar pelo cenário 2D com seu personagem e socar tudo o que vier pela frente, sejam humanos, dinossauros ou máquinas. Este tipo de jogo ficou muito famoso nos anos 90 e o título está entre seus principais representantes.
Os quatro personagens selecionáveis eram Jack Tenrec (o principal, com golpes balanceados), Hannah Dundee (a mulher do grupo, mais frágil e mas ágil), Mustapha Cairo (o mais veloz do grupo) e Mess O’Bradovich (o mais forte e com golpes mais arrasadores). Cada um possui suas características próprias, além de poderes, fraquezas e habilidades especiais.
Os jogadores precisavam avançar em oito cenários diferentes, com diversas interseções, lutando ao longo do caminho contra os inimigos comuns e chefõe. O jogo terminada em uma batalha épica contra o grande vilão: Dr. Simon Fessenden.
O mais interessante é que, apesar do título, os dinossauros não era bem inimigos dos jogadores. Acontece que o mundo do game mistura a era dos monstros com um cenário futurista e quase cyberpunk, onde os personagens andam com um cadilaque por aí. Os dinossauros apareciam pelos cenários e podiam ser atacados, ou não! Era a escolha do jogador e isso poderia influenciar nas batalhas.
Por exemplo, um dinossauro poderia surgir na cor verde, o que significa que ele não vai atacar os jogadores. Mas, se ele for atacado, vai mudar para a cor vermelha, de agressividade, e atacar a todos. Um pacífico triceratops poderia ser instruído a atacar por vilões, que poderiam bater no bicho sem dó. Já no caso de um T-Rex não havia desculpas, o monstro já surgia na tela na cor vermelha, devorando todos.
Versão caseira
Ao contrário do que muitos possam pensar, Cadillacs and Dinosaurs não foi apenas um jogo para fliperamas. Ele também contou com uma versão para Sega CD e PC, lançada em 1994, um ano depois após o sucesso nos arcades.
Mas, ao contrário do jogo para fliperamas, o estilo “beat’em up” foi deixado de lado por aqui. O jogo para console e PC, chamado de Cadillacs and Dinosaurs: The Second Cataclysm, era de tiro e em trilhos, com direito a vídeos animados para contar a história, ou “Full Motion Videos”, tecnologia avançada para a época.
Neste game os jogadores ficavam dentro do famoso cadilaque vermelho e atiravam em seus alvos que surgiam pela frente. Apesar de ser minimamente divertido, ele não fez tanto sucesso quanto o primeiro capítulo lançado nos fliperamas, e possivelmente foi por isso que pouca gente ouviu falar desta versão até hoje.
Quando volta?
Já que a Capcom anda dando mais ouvidos a seus fãs e lançando jogos clássicos em alta definição nas redes do Xbox 360 e PlayStation 3, não seria uma má ideia um remake de Cadillacs and Dinosaurs o quanto antes.
O relançamento do título, infelizmente, deve envolver negociação de direitos sobre a publicação de um trabalho inspirado pelos quadrinhos originais, mas não é nada impossível de se realizar. Quem sabe com diversos pedidos dos fãs, abaixo-assinados e muito “chororô” na web a Capcom não se sensibilize e relance este grande clássico dos fliperamas com a tecnologia atual? Estamos na torcida.
Fonte: TechTudo
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Kratos, de "God of War", poderia ter sido um herói azul
David Jaffe, criador da série “God of War”, revelou que a princípio o herói Kratos deveria ter um tom mais azul em seu corpo, e não o vermelho que existe no personagem hoje em dia. Em post de seu blog oficial, Jaffe revelou que a decisão só foi tomada poucos dias antes de título ter sido apresentado à imprensa no press kit.
A mudança só foi tomada por alguém ter avisado eles que o personagem que estavam em mente se parecia demais com um bárbaro de “Diablo II”, título da Blizzard. Nele,o herói aparece com as listras azuis em seu corpo e rosto, o que poderia causar confusão com o guerreiro do game da Blizzard. Ainda bem que mudaram, por que senão o spartano ia parecer um personagem dos X-Men.
domingo, 30 de dezembro de 2012
Sony finalmente dá por encerrado o projeto PlayStation 2
Nada menos que 12 anos se passaram desde o lançamento do PlayStation 2, e ao longo dessa jornada, ele se transformou no console mais vendido da história, superando as 154 milhões de unidades comercializadas. Mas nada nesse mundo é para sempre, e hoje, 28 de dezembro de 2012, a Sony decidiu anunciar que o console está oficialmente descontinuado.
A despedida do mercado do PS2 vai acontecer de forma progressiva. Primeiro, ele deixará de ser distribuído no mercado japonês, até que o estoque nas lojas daquele país se esgotem. As lojas que ainda comercializam o console não mais receberão novos lotes do produto para oferta ao consumidor.
Mesmo que essa medida seja específica para o mercado japonês, não será surpresa se, nos próximos meses, a mesma Sony repita a decisão nos mercados dos Estados Unidos, Europa e América Latina, dando um fim absoluto ao console.
Com quase 13 anos de mercado, o PS2 sai de cena, deixando o PlayStation 3 como seu console principal, que também deve ser atualizado dentro de, no máximo, dois naos, com um suposto PlayStation 4, deixando assim o PS3 como o console “econômico” da Sony. O PlayStation 2 teve várias versões, desde a original (modelo grande) lançada em 2000, que contou com vários problemas de funcionamento (algo que se repetiu com o primeiro PS3), até o modelo slim, que foi o mais vendido no mercado.
Fonte: Target HD
A despedida do mercado do PS2 vai acontecer de forma progressiva. Primeiro, ele deixará de ser distribuído no mercado japonês, até que o estoque nas lojas daquele país se esgotem. As lojas que ainda comercializam o console não mais receberão novos lotes do produto para oferta ao consumidor.
Mesmo que essa medida seja específica para o mercado japonês, não será surpresa se, nos próximos meses, a mesma Sony repita a decisão nos mercados dos Estados Unidos, Europa e América Latina, dando um fim absoluto ao console.
Com quase 13 anos de mercado, o PS2 sai de cena, deixando o PlayStation 3 como seu console principal, que também deve ser atualizado dentro de, no máximo, dois naos, com um suposto PlayStation 4, deixando assim o PS3 como o console “econômico” da Sony. O PlayStation 2 teve várias versões, desde a original (modelo grande) lançada em 2000, que contou com vários problemas de funcionamento (algo que se repetiu com o primeiro PS3), até o modelo slim, que foi o mais vendido no mercado.
Fonte: Target HD
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Street Fighter Vs Mega Man
Não pessoal, vocês não leram errado, é isso mesmo o querido e sumido robozinho azul da capcom vai ganhar um jogo novo que estreia dia 17 desse mes em comemoração aos 25 anos dele.
Mas vamos com calma, na realidade não é bem a capcom que fez o jogo.
O jogo foi feito por fãs e usou uma ideia muito interessante para juntar esses 2 clássicos: um jogo do mega man antigo, aquele do nintendinho, com os mestres de cada fase sendo um personagem de street fighter. So que a capcom viu o projeto e ao inves de fazer o que toda empresa faz (processar os criadores por plágio ou sei la mais o que) eles resolveram apoiar o projeto. Uma atitude que mostra no mínimo respeito pelos fãs desse clássico, já que há muito a Capcom não lança um jogo dele.
O jogo estará disponivel dia 17 de dezembro no site da capcom... free, de graça, di gratis, na faixa, etc, etc...
Não acreditam? É so conferir no link: Capcom .
Boa diversão!
Mas vamos com calma, na realidade não é bem a capcom que fez o jogo.
O jogo foi feito por fãs e usou uma ideia muito interessante para juntar esses 2 clássicos: um jogo do mega man antigo, aquele do nintendinho, com os mestres de cada fase sendo um personagem de street fighter. So que a capcom viu o projeto e ao inves de fazer o que toda empresa faz (processar os criadores por plágio ou sei la mais o que) eles resolveram apoiar o projeto. Uma atitude que mostra no mínimo respeito pelos fãs desse clássico, já que há muito a Capcom não lança um jogo dele.
O jogo estará disponivel dia 17 de dezembro no site da capcom... free, de graça, di gratis, na faixa, etc, etc...
Não acreditam? É so conferir no link: Capcom .
Boa diversão!
sábado, 1 de dezembro de 2012
The Hobbit: Kingdoms of Middle-Earth é ideal para os fãs de Tolkien
Com os filmes da saga O Hobbit, uma série de jogos inspirados na série foram lançados, e entre eles está The Hobbit: Kingdoms of Middle-Earth, para Android e iOS, que trata de administração de recursos e de cidades com uma nova faceta que você nunca viu.
O jogo é totalmente gratuito e lembra os famosos games sociais do Facebook, com a diferença que você não joga na rede social, e sim em seu dispositivo portátil. Com a ajuda de grandes personagens de O Hobbit e O Senhor dos Anéis, o jogador vai construir seu próprio cenário épico e, assim, administrar um grande reino. Na história, a principal missão do jogo é expulsar hordas de Goblins que vieram atacar os reinos dos humanos, elfos e hobbits. Gandalf, Bilbo, Thorin e milhares de outros jogadores precisam da sua ajuda para acabar com a ameaça dos Goblins.

The Hobbit: Kingdoms of Middle-Earth requer uma conexão com a Internet e, no início, pede para que o jogador escolha uma raça: anão ou elfo, sempre lembrando da rixa que há entre estes dois tipos de seres. As estratégias vão variar de acordo com a raça escolhida, sem perder o pique da aventura e das batalhas que aguardam o jogador.
Com o tempo, você pode recrutar heróis para seu time, como o próprio Gandalf ou até mesmo o hobbit Bilbo Bolseiro, personagem principal da saga O Hobbit. O game conta com a aparência dos personagens vista nos filmes, então os fãs devem ficar satisfeitos com os gráficos. The Hobbit: Kingdoms of Middle-Earth é imperdível para os fãs da famosa saga que buscam ainda mais experiências neste mundo mágico.
O jogo é totalmente gratuito e lembra os famosos games sociais do Facebook, com a diferença que você não joga na rede social, e sim em seu dispositivo portátil. Com a ajuda de grandes personagens de O Hobbit e O Senhor dos Anéis, o jogador vai construir seu próprio cenário épico e, assim, administrar um grande reino. Na história, a principal missão do jogo é expulsar hordas de Goblins que vieram atacar os reinos dos humanos, elfos e hobbits. Gandalf, Bilbo, Thorin e milhares de outros jogadores precisam da sua ajuda para acabar com a ameaça dos Goblins.
The Hobbit: Kingdoms of Middle-Earth requer uma conexão com a Internet e, no início, pede para que o jogador escolha uma raça: anão ou elfo, sempre lembrando da rixa que há entre estes dois tipos de seres. As estratégias vão variar de acordo com a raça escolhida, sem perder o pique da aventura e das batalhas que aguardam o jogador.
Com o tempo, você pode recrutar heróis para seu time, como o próprio Gandalf ou até mesmo o hobbit Bilbo Bolseiro, personagem principal da saga O Hobbit. O game conta com a aparência dos personagens vista nos filmes, então os fãs devem ficar satisfeitos com os gráficos. The Hobbit: Kingdoms of Middle-Earth é imperdível para os fãs da famosa saga que buscam ainda mais experiências neste mundo mágico.
domingo, 18 de novembro de 2012
Jogo do Chaves para o Wii chega ao Brasil em português
Chaves Wii está finalmente chegando ao Brasil, pelo preço sugerido de R$ 99,90. O título traz uma coletânea de mais de 30 minigames nos moldes da série Mario Party, estrelando os personagens do desenho animado do Chaves, com caixa, manual e menus em português.
Controlando os personagens da vila: Chaves, Quico, Pópis e Nhonho, até quatro jogadores podem competir no “Modo Copa”. Este é um jogo de tabuleiro tradicional onde os desafios espalhados pelo trajeto são minigames competitivos. Os minigames em si envolvem várias brincadeiras presentes na cultura latina, como cabo de guerra, bater em piñatas até elas se partirem, e até mesmo disputar uma partida de pebolim (totó). É possível ainda acessar todos os minigames fora do tabuleiro no modo “Jogo Livre”.
Fonte: Tech Tudo
Controlando os personagens da vila: Chaves, Quico, Pópis e Nhonho, até quatro jogadores podem competir no “Modo Copa”. Este é um jogo de tabuleiro tradicional onde os desafios espalhados pelo trajeto são minigames competitivos. Os minigames em si envolvem várias brincadeiras presentes na cultura latina, como cabo de guerra, bater em piñatas até elas se partirem, e até mesmo disputar uma partida de pebolim (totó). É possível ainda acessar todos os minigames fora do tabuleiro no modo “Jogo Livre”.
Fonte: Tech Tudo
sábado, 10 de novembro de 2012
Favela Wars é jogo brasileiro de estratégia que 'brinca' com o crime
Favela Wars é um título de produção totalmente brasileira e inspirado em uma dura realidade do país. O jogo de estratégia foi criado pelo estúdio Nano Games e tem como inspiração filmes como Cidade de Deus, Tropa de Elite, além de jogos como XCOM, Fallout, Final Fantasy Tactics e outros do gênero.
Peter Hansen, diretor do Nano Games, falou ao TechTudo sobre a produção do game e um pouco mais sobre suas origens. “Sempre tivemos interesse de trazer um jogo do tipo para um ambiente mais urbano, já que todos os jogos nessa linha são de fantasia ou futuristas demais”, disse o produtor. Favela Wars está em fase final de desenvolvimento e deve ser lançado até o final do ano para tablets e smartphones, e em 2013 para PC, com versões online no Facebook e no site da empresa. Uma demonstração foi apresentada na Brasil Game Show e trazia apenas batalhas multiplayer. Mas a intenção do estúdio é criar uma campanha para um jogador quando o game estiver disponível no mercado. Sobre a temática voltada para as favelas, Hansen disse que foi a escolha óbvia. “A equipe toda é do Rio de Janeiro e sabemos que favela é um assunto que desperta curiosidade. É difícil achar alguém que fique indiferente quando vê o nome do jogo, por exemplo”, disse. “Fizemos uma pesquisa de campo, fomos em favelas, tiramos fotos e as vozes dos personagens foram gravadas com atores cariocas”, complementou.
A ideia do game é passar um clima familiar não só para quem mora no Rio, mas também para jogadores do Brasil inteiro. Hansen disse ainda que a primeira versão foi inspirada pela Cidade de Deus, mas logo uma segunda fase foi desenvolvida, com base no Morro Dona Marta, que fica em Botafogo. Mais tarde o game receberá novos mapas, com Rocinha e Morro do Alemão.
Mas será que Peter Hansen e sua equipe estão preocupados com a polêmica que o jogo pode gerar? “Sabemos que vai ter polêmica, antes do lançamento já notamos isso. Alguns acham muito bom, perguntam até se vai dar para jogar com o Capitão Nascimento. Mas a segunda reação vem de pessoas criticando o game, dizemos que incentivamos a violência, crime, drogas, e não é bem por aí”, adicionou. O produtor nos contou também que a ideia central da história do jogo é contar um cenário fictício, onde, nas palavras de Hansen, “em um futuro próximo as Unidades de Polícia Pacificadora (ou UPP) não deram certo e os traficantes retomaram os controles da favelas”. “Assim, cabe ao jogador decidir o seu lado neste conflito. Quem entender a proposta e saber que não estamos fazendo apologia e apenas retratando um cenário vai se divertir com um produto de qualidade”, finalizou o produtor.
Peter Hansen, diretor do Nano Games, falou ao TechTudo sobre a produção do game e um pouco mais sobre suas origens. “Sempre tivemos interesse de trazer um jogo do tipo para um ambiente mais urbano, já que todos os jogos nessa linha são de fantasia ou futuristas demais”, disse o produtor. Favela Wars está em fase final de desenvolvimento e deve ser lançado até o final do ano para tablets e smartphones, e em 2013 para PC, com versões online no Facebook e no site da empresa. Uma demonstração foi apresentada na Brasil Game Show e trazia apenas batalhas multiplayer. Mas a intenção do estúdio é criar uma campanha para um jogador quando o game estiver disponível no mercado. Sobre a temática voltada para as favelas, Hansen disse que foi a escolha óbvia. “A equipe toda é do Rio de Janeiro e sabemos que favela é um assunto que desperta curiosidade. É difícil achar alguém que fique indiferente quando vê o nome do jogo, por exemplo”, disse. “Fizemos uma pesquisa de campo, fomos em favelas, tiramos fotos e as vozes dos personagens foram gravadas com atores cariocas”, complementou.
A ideia do game é passar um clima familiar não só para quem mora no Rio, mas também para jogadores do Brasil inteiro. Hansen disse ainda que a primeira versão foi inspirada pela Cidade de Deus, mas logo uma segunda fase foi desenvolvida, com base no Morro Dona Marta, que fica em Botafogo. Mais tarde o game receberá novos mapas, com Rocinha e Morro do Alemão.
Mas será que Peter Hansen e sua equipe estão preocupados com a polêmica que o jogo pode gerar? “Sabemos que vai ter polêmica, antes do lançamento já notamos isso. Alguns acham muito bom, perguntam até se vai dar para jogar com o Capitão Nascimento. Mas a segunda reação vem de pessoas criticando o game, dizemos que incentivamos a violência, crime, drogas, e não é bem por aí”, adicionou. O produtor nos contou também que a ideia central da história do jogo é contar um cenário fictício, onde, nas palavras de Hansen, “em um futuro próximo as Unidades de Polícia Pacificadora (ou UPP) não deram certo e os traficantes retomaram os controles da favelas”. “Assim, cabe ao jogador decidir o seu lado neste conflito. Quem entender a proposta e saber que não estamos fazendo apologia e apenas retratando um cenário vai se divertir com um produto de qualidade”, finalizou o produtor.
sábado, 3 de novembro de 2012
Quanto custariam atualmente os videogames antigos?
Altos preços de lançamentos dos videogames impressionam jogadores, como o PlayStation 3, anunciado a US$ 599,99 (R$ 1200, sem impostos), e o mais recente Nintendo Wii U, que será lançado por US$ 349,99 (R$ 700, sem impostos). Porém, nos esquecemos o quanto os antigos consoles custavam. Historicamente, sabemos os valores que tinham ao serem lançados na época, mas quanto custariam ajustados à inflação? Qual era realmente o preço deles dentro da realidade econômica que existia quando foram anunciados?
O estudo foi feito pelo professor assistente de matemática da Universidade do Tennessee, Matt Matthews, levando em consideração a inflação nos Estados Unidos e o poder de compra na época em que cada um dos videogames foi lançado. Descobrimos então que muitos deles eram tão caros quanto os atuais e que alguns possuíam valores irreais.
Por exemplo, em 1977, o Atari foi lançado por US$ 200 (R$ 400), sendo que, em sua época, US$ 200 comprariam o equivalente a US$ 720 (R$ 1.440) em outros tipos de bens. Já o Super Nintendo, por esses mesmos US$ 200, compraria apenas US$ 336 (R$ 672). Por sua vez, os velhos NeoGeo e 3DO continuariam dando sustos nos dias de hoje, desde a época de seu lançamento, quando ainda custavam US$ 650 (R$ 1.300) e US$ 700 (R$ 1.400), respectivamente.
Fonte: TechTudo
O estudo foi feito pelo professor assistente de matemática da Universidade do Tennessee, Matt Matthews, levando em consideração a inflação nos Estados Unidos e o poder de compra na época em que cada um dos videogames foi lançado. Descobrimos então que muitos deles eram tão caros quanto os atuais e que alguns possuíam valores irreais.
Por exemplo, em 1977, o Atari foi lançado por US$ 200 (R$ 400), sendo que, em sua época, US$ 200 comprariam o equivalente a US$ 720 (R$ 1.440) em outros tipos de bens. Já o Super Nintendo, por esses mesmos US$ 200, compraria apenas US$ 336 (R$ 672). Por sua vez, os velhos NeoGeo e 3DO continuariam dando sustos nos dias de hoje, desde a época de seu lançamento, quando ainda custavam US$ 650 (R$ 1.300) e US$ 700 (R$ 1.400), respectivamente.
Fonte: TechTudo
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
PokeMMO chega para realizar o sonho dos fãs, jogar Pokemon online
Essa notícia com certeza fez todos aqueles fãs de Pokemon lacrimejarem.
Um grupo de fãs da série resolveu se unir e trabalhar em um mod do game para dar um upgrade e realizar o sonho que todo fã de Pokemon com certeza teve em algum momento de sua jogatina, jogar online!
Sim, o projeto PokeMMO realizará esse sonho!!! Para isso o jogo trabalhado é a versão americana de Pokemon Fire/Red e permitirá os jogadores viajarem na campanha single player de pokemon, porém encontrando diversos outros treinadores em sua jornada e testando suas habilidades.
O projeto ainda está em fase inicial, mas já tem uma versão alpha para ser testada que você baixa no site:
http://pokemmo.eu/downloads
O jogo obviamente só poderá ser jogado com rom pelo computador sendo impossível utilizar o gameboy. Espero que essa ideia OBVIA abra os olhos da Nintendo para o universo online rico e extremamente promissor de pokemon e faça com que ela nos traga novidades com seu sistema online nas novas gerações, enquanto isso ficamos na torcida para que esse projeto indie dê certo.
Confira o vídeo de divulgação do projeto PokeMMO.
Fonte: Game Vicio
domingo, 9 de setembro de 2012
As franquias de jogos mais vendidas no mundo.
Como era de se esperar o numero 1 é dele:
1- Super Mario com seus 34 games.
2- Pokemon com 42 games.
3- Call of Duty com 39 games.
4- GTA com 28 games.
5- Star Wars com 101 games.
6- Sonic com 70 games.
7- Final Fantasy com 72 games.
8- Fifa com seus incriveis104 games.
9- Mario Kart com 9 games.
10- The Sims com 86 games.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Filme de Final Fantasy 7 feito por Fãs.
O game Final Fantasy VII ganhará um filme criado por fãs. A produção está nas mãos dos diretores Gionata Medeot e Mattia Ferraro. O time liberou o primeiro teaser da produção, Como se trata de uma produção feita por fãs com certeza vai vim algo muito fiel ao game original.
Confira o teaser:
Confira o teaser:
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Filme em Live Action de Metal Gear é anunciado
Dando continuidade a lista de jogos que vão ganhar adaptações cinematográficas nós próximos anos, chegou a vez do consagrado Metal Gear fazer parte desta seleção. A desenvolvedora Konami anunciou hoje que um filme em live action baseado na franquia criada por Hideo Kojima vai ser produzido. Kojima também aproveitou para anunciar que está trabalhando em um novo game da série.
Ambas as declarações foram feitas no evento Metal Gear 25th Party Anniversary. O longa-metragem contará com a produção da Columbia Pictures, e a Sony Pictures Entertainment será encarregada da distribuição mundial. O criador de Metal Gear disse que o sonho de ver a franquia transformada em um filme era antigo, mas procuravam o parceiro certo pra isso.
Por enquanto, o projeto não possui título, diretor e muito menos elenco definidos, mas já está confirmado o envolvimento do produtor Avi Arad, antigo colaborador da Marvel Studios. Arad já participou da produção de filmes como Homem-Aranha, X-Men e Homem de Ferro.
Fonte: anmtv.xpg.com.br
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Gosta de lendas urbanas?
Muita gente adora contar lendas urbanas. Assassinos em série, fantasmas, seres sobrenaturais, todos relacionados a um determinado lugar ou situação. Foi justamente uma dessas lendas que inspirou a criação de um jogo simples, porém muito bem feito.
O nome do jogo é Slender e foi baseado na lenda de slender man, uma "criatura" com habilidade de alongar os membros (quase um Dhalsim) e no caso do jogo ele não possui face (não to falando de facebook ¬¬). De acordo com a lenda ele rapta crianças.
Voltando ao jogo, você está perdido em uma floresta e so possui uma lanterna. O objetivo é achar 8 bilhetes escritos por uma vitima. Parece simples, mas a trilha sonora e as aparições do Slender são de tirar o folego.
Quem quiser se aventurar é so baixar gratuitamente nesse link: www.baixaki.com.br/download/slender.htm
Não é necessário instalar o jogo, basta baixar, extrair e jogar.
Aconselho a jogar a noite, com as luzes apagadas, fone de ouvido, bem proximo ao banheiro e de preferência com uma cueca extra ao lado, caso ocorra alguma emergência.
O nome do jogo é Slender e foi baseado na lenda de slender man, uma "criatura" com habilidade de alongar os membros (quase um Dhalsim) e no caso do jogo ele não possui face (não to falando de facebook ¬¬). De acordo com a lenda ele rapta crianças.
Voltando ao jogo, você está perdido em uma floresta e so possui uma lanterna. O objetivo é achar 8 bilhetes escritos por uma vitima. Parece simples, mas a trilha sonora e as aparições do Slender são de tirar o folego.
Quem quiser se aventurar é so baixar gratuitamente nesse link: www.baixaki.com.br/download/slender.htm
Não é necessário instalar o jogo, basta baixar, extrair e jogar.
Aconselho a jogar a noite, com as luzes apagadas, fone de ouvido, bem proximo ao banheiro e de preferência com uma cueca extra ao lado, caso ocorra alguma emergência.
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